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Capítulo 2 Algemada e Gozada na Viatura

A oficial Maya Reyes já tinha visto muitos idiotas durante o patrulhamento noturno, mas esse era diferente. Ela o havia parado por causa de uma denúncia de furto pequeno: um cara com a descrição dele tinha "esquecido" de pagar por um pack de cerveja no posto de gasolina. Coisa boba. Normalmente terminava com uma advertência ou uma multa. Mas quando o estranho alto e tatuado saiu da caminhonete velha sob a luz dos faróis da viatura, algo mudou no ar. O nome dele era Jax. Queixo marcado, cabelo escuro bagunçado, olhos verdes penetrantes que não pareciam culpados - pareciam famintos. A forma como ele se encostou na caminhonete, braços cruzados sobre uma camiseta preta justa que marcava os bíceps e o peito largo, fez o uniforme dela parecer de repente apertado demais. "Carteira de habilitação e documentos," Maya disse, com a voz firme mesmo sentindo o coração acelerar. Ela era uma ótima policial, rigorosa, profissional e respeitada na corporação. Mas naquela noite, depois de um turno longo cheio de merda, a visão dele acordou seu corpo de formas que não aconteciam há meses. Jax entregou os documentos devagar, os dedos roçando deliberadamente nos dela. "Vai me algemar, oficial?" A voz dele era baixa, provocante, com um tom rouco suficiente para mandar um calor direto entre as coxas dela. "Depende do quão cooperativo você for," ela rebateu, mantendo o tom seco. Mas seus olhos ficaram presos no volume na calça jeans dele. Porra, se controla, Reyes. Ela consultou os dados dele. Ficha limpa. Só uma burrice. Deveria aplicar uma multa e mandar ele embora. Em vez disso, abriu a porta traseira da viatura. "Entra. Vamos ter uma conversa." Jax sorriu de lado e entrou no banco de trás sem protestar. Maya entrou em seguida e fechou a porta. O espaço confinado ficou imediatamente elétrico. Extremamente arriscado. Qualquer um poderia passar. A câmera do painel estava ligada. Mas a adrenalina fez a boceta dela latejar. "Você não vai me prender de verdade por causa de cerveja, vai?" ele perguntou, recostando-se com as pernas bem abertas. Maya montou no colo dele num movimento ousado, a saia do uniforme subindo pelas coxas grossas. "Deveria. Mas agora eu quero outra coisa." A confissão surpreendeu até a ela mesma. Culpa bateu forte no peito - isso era abuso de poder, completamente antiético. Mas o jeito como as mãos de Jax agarraram imediatamente seus quadris, puxando-a para baixo contra o pau dele que endurecia rápido, abafou todos os alertas na cabeça dela. "Porra, sim," ele gemeu, os olhos escurecendo de tesão. "Nunca imaginei que ser parado ia terminar assim." As bocas se chocaram num beijo bagunçado e desesperado. Maya se esfregou nele, sentindo o comprimento grosso inchar embaixo dela. Emoções explodiam: a adrenalina da autoridade misturada com uma rendição safada, o medo de ser pega e uma necessidade crua e dolorida. Hoje à noite, ela ia pegar o que queria. As mãos de Jax entraram por baixo da camisa dela, agarrando os seios cheios e beliscando os mamilos por cima do sutiã. Maya gemeu na boca dele, rebolando mais forte. Ela desceu a mão e libertou o pau dele - pesado e duríssimo. Os dedos mal conseguiam envolver tudo. "Caralho, você é grande," ela sussurrou, masturbando ele com firmeza. "E você tá encharcada," ele rosnou, enfiando a mão por baixo da saia e afastando a calcinha. Dois dedos grossos entraram na boceta molhada dela sem aviso. Maya soltou um grito, os quadris dando um solavanco. Ele curvou os dedos perfeitamente, massageando o ponto G enquanto o polegar fazia círculos no clitóris inchado. "Ai meu Deus... bem aí..." O prazer explodiu pelo corpo dela. Maya cavalgou os dedos dele sem vergonha, uma mão apoiada no ombro dele, a outra batendo punheta mais rápido. Os sons molhados da boceta dela encheram a viatura. A culpa só deixava tudo mais gostoso. Jax observava com fome pura. "Goza pra mim, oficial. Usa meus dedos como a vadia necessitada que você é agora." As palavras sujas a empurraram para o limite. Maya gozou forte, mordendo o pescoço dele para abafar o grito enquanto as paredes dela apertavam os dedos dele. Os fluidos jorraram por cima da mão dele, molhando a calça jeans. Mas ele não parou - continuou metendo os dedos, prolongando cada espasmo até ela estar tremendo. Antes que pudesse se recuperar, Jax a levantou e posicionou o pau na entrada dela. "Cavalga." Maya desceu nele num movimento longo e delicioso. A sensação de ser aberta era intensa, quase dolorosa, mas tão boa pra caralho. Ela gemeu alto, a cabeça caindo para trás enquanto ele a preenchia completamente. Jax segurou a bunda dela, guiando os movimentos enquanto ela começava a quicar no pau dele. "Porra, você é apertada," ele gemeu, empurrando para cima para encontrar as investidas dela. O carro balançava com o ritmo. Cada estocada profunda mandava faíscas pelo corpo dela. Maya cavalgou mais forte, os seios pulando dentro da camisa do uniforme meio aberta. Emoções giravam: poder, vergonha, pura alegria safada de quebrar todas as regras. Ela gozou de novo, ainda mais forte, a boceta apertando violentamente o pau grosso dele. "Jax... ai porra, tô gozando de novo..." "Isso, ordenha meu pau," ele elogiou, metendo com força através do orgasmo dela. Ele não deixou ela desacelerar. Jax inverteu as posições, deixando ela inclinada no banco de trás, bunda empinada. Ele entrou nela por trás com uma estocada bruta, metendo fundo e rápido. O ângulo era devastador, acertando pontos que deixavam a visão dela embaçada. A mão dele estalou na bunda dela, a ardência virando prazer. Maya empurrou de volta contra ele, perdida nas sensações. "Mais forte... não para... eu preciso..." Ele passou a mão por baixo e esfregou o clitóris dela em círculos rápidos e implacáveis. O terceiro orgasmo dela veio sem aviso, pernas tremendo, boceta jorrando em volta dele enquanto ela soluçava de tanto prazer. A intensidade a deixou sem ar, lágrimas de êxtase pinicando os olhos. Jax rosnou, o ritmo ficando irregular. "Vou encher essa boceta linda. Quer isso, oficial? Quer meu leite escorrendo de você enquanto termina o turno?" "Sim... porra, sim, me enche..." As palavras proibidas saíram, empurrando ela para mais um orgasmo menor. Com um gemido profundo e animalesco, Jax enterrou-se até o fundo e explodiu. Porra grossa e quente inundou a boceta apertada dela, jato após jato. A sensação provocou um último orgasmo devastador em Maya. Ela gritou, o corpo convulsionando enquanto os fluidos misturados escorriam pelas coxas dela. Eles ficaram encaixados, ofegando pesadamente dentro da viatura embaçada. Jax beijou a nuca dela, acariciando os lados do corpo enquanto a respiração voltava ao normal. Maya virou, dando um último beijo profundo nele. "Isso nunca aconteceu." Jax sorriu de canto, guardando o pau enquanto ela ajeitava o uniforme. "Como você quiser, oficial. Mas eu talvez precise 'esquecer' de pagar alguma coisa de novo em breve." Ela preencheu uma advertência com as mãos trêmulas e ficou olhando ele ir embora. Sentada de volta no banco do motorista, com o esperma quente dele ainda escorrendo para dentro da calcinha, Maya sorriu para o retrovisor. Melhor abordagem de crime pequeno da carreira dela.

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Lista de capítulos

20 capítulos no total

  1. Capítulo 1Capítulo 1 O segredo obsceno da esposa que se masturba
  2. Capítulo 2Capítulo 2 Algemada e Gozada na Viatura
  3. Capítulo 3Capítulo 3 A Carga Proibida do Noivo da Melhor Amiga

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