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Capítulo 2 Coroas 2

Eu sequer tinha concordado em encontrá-lo novamente, então nem me dei ao trabalho de responder sobre a saia. Nos dias seguintes, recebi mais e-mails e algumas ligações no celular. Durante duas semanas, recusei todos os convites para encontrá-lo. Tentava convencer a mim mesma de que precisava acabar com aquilo. Mas já estava tão apaixonada que, no final, resolvi que todos os riscos valeriam a pena apenas para estar novamente nos braços daquele homem. E fui de saia. Escolhi uma um pouco curta. Às vinte horas, Sérgio entrou novamente no estacionamento de um enorme shopping e procurou uma das vagas mais afastadas possíveis. No escuro e protegidos pelos vidros fumê, começamos novamente a nos agarrar, beijar e passar as mãos um pelo outro. Em poucos minutos, eu já estava sem calcinha. Foi então que Sérgio fez minha mão tocar algo quente, grosso e extremamente duro. Fiquei gelada de pavor. Ele tinha colocado seu p.into para fora. Passei a mão desde o saco até a ponta e tive a impressão de que aquilo tinha mais de um palmo da minha mão. Meus dedos mal conseguiam se fechar ao redor daquela coisa duríssima. Olhei assustada para ele. - Você é louco, Sérgio... Guarda isso antes que algum segurança resolva vir ver o que está acontecendo aqui dentro do carro! Ele sorriu. - Eu só guardo se você aceitar ir comigo para outro lugar! - Para onde, Sérgio? - Conheço um motel aqui perto. Bem discreto. Minha resposta foi imediata: - De jeito nenhum, Sérgio! Nunca que vou aceitar entrar num motel com você ou com qualquer outra pessoa! - Mas eu não posso ficar desse jeito, Mônica... Sente só como ele está duro! Realmente, seu p.into estava num estado que parecia impossível de guardar novamente dentro das calças. Foi então que tive uma brilhante ideia. - A única coisa que eu posso fazer para lhe ajudar é fazer isso... Olha! Comecei a movimentar minha mão naquele c.acetão. Sérgio voltou a me beijar na boca enquanto brincava com um dos dedos na minha b.oceta. Mesmo naquela posição incômoda dentro do carro, não demorou para eu ter um razoável o.rgasmo. Pouco depois, Sérgio pegou rapidamente um pano que guardava no porta-luvas e g.ozou sobre ele. Saí daquele carro ainda mais confusa. Porque meu namorado nunca tinha conseguido provocar em mim as sensações que aquele homem de quarenta e três anos estava despertando apenas com beijos, mãos e carícias. Naquela mesma semana, Sérgio me ligou dizendo que Mariza viajaria com alguns amigos para passar o fim de semana em Campos do Jordão. Ela sairia na sexta-feira à noite e, portanto, ele ficaria sozinho em casa. Sérgio queria que eu fosse até lá. Dessa vez, eu sabia perfeitamente o que aquele convite significava. Pensei em tudo que poderia acontecer comigo sozinha com aquele homem vinte e dois anos mais velho do que eu. Pensei na diferença de idade, na minha amizade com Mariza e no tamanho da confusão que surgiria caso alguém descobrisse. Mas também me lembrei da sensação maravilhosa de ser beijada por ele. De ser tocada. E daquele membro enorme que havia segurado e m.asturbado dentro do carro. Aceitei. No sábado, acordei muito mais cedo do que costumava. Tomei um banho caprichado, escolhi cuidadosamente um perfume suave, coloquei uma calcinha bem s.exy, minissaia e uma blusa bastante decotada. Decidi deixar o sutiã de lado. Quando a porta da casa se abriu e vi Sérgio usando apenas uma bermuda, com o peitoral completamente descoberto, tive certeza de que estava entrando voluntariamente no covil do lobo que me esperava para me comer todinha. Meu coração disparou. Bastou ele me abraçar e me beijar para minha b.oceta começar a se contrair enquanto eu imaginava aquele homem me levando para a cama. No sofá da sala, Sérgio tirou minha blusa e começou a m.amar alternadamente meus seios. Pouco depois, também tirou minha calcinha. - Vamos lá para o meu quarto. Quero você peladinha para mim! Fiquei nervosa. Eu sabia exatamente o que estava prestes a acontecer. - Mas... Mas... Você vai usar camisinha, não vai? - Não se preocupe com isso... Prometo que não vou g.ozar dentro, tá bom? Neguei imediatamente. - Não, Sérgio. Sem camisinha eu não vou deixar! - Tudo bem, Mônica. Então a gente só fica na cama fazendo alguns carinhos. Olhei seriamente para ele. - Você promete que não vai me obrigar a tr.ansar com você sem camisinha? Sérgio respondeu: - Bem, Mônica! Prometo que hoje eu não vou comer sua b.oceta. Mas você vai deixar atrás, não vai? Eu já tinha dado minha bundinha somente duas vezes para meu namorado. Naquela circunstância, pensei que pelo menos daquela maneira não correria risco de gravidez. - Eu deixo, Sérgio... Mas estou muito nervosa! Ele foi extremamente carinhoso enquanto me levava para o quarto. Quando chegamos ao lado da cama, Sérgio terminou de tirar a única peça de roupa que ainda restava em meu corpo: a saia. Fez com que eu me deitasse. Ele permaneceu de pé por alguns instantes e tirou a bermuda, ficando completamente nu diante de mim, com aquele seu imenso e grosso p.into apontado em minha direção. Só de olhar, senti novamente aquele frio na barriga. Sérgio se deitou comigo, me abraçou e, durante aproximadamente quinze minutos, ficamos apenas nos beijos. Enquanto nossas bocas se encontravam, sua mão percorria lentamente meu corpo, massageava meus peitinhos e descia até minha b.oceta, onde continuava me bolinando e fazendo com que eu ficasse cada vez mais molhada de t.esão. Eu estava tão excitada que quase pedi para ele meter na minha b.oceta mesmo sem camisinha. Mas não precisei dizer nada. Sérgio introduziu três dedos ao mesmo tempo e começou a movimentá-los como se fossem um p.into, fazendo meu corpo reagir até eu chegar ao o.rgasmo. Ainda estava tentando recuperar o fôlego quando ele me fez virar de bruços. Massageou minha bunda demoradamente, apertando e acariciando antes de abrir minhas nádegas com as mãos e expor meu c.uzinho. Depois de salivar bastante no alvo, foi lentamente me colocando de quatro. Meu nervosismo voltou com força. Aquele p.irocão começou a entrar no meu rabo e me fez gritar e rebolar muito, principalmente enquanto meu corpo tentava se acostumar com o tamanho dele, até não restar nada para fora daqueles vinte e dois centímetros. Sérgio ficou parado. Esperou. Somente quando percebeu que eu havia começado a me acostumar com aquela tora, iniciou os movimentos. Começou a bombar. Foram vários minutos de Sérgio socando seu grosso p.au no meu c.uzinho. Minhas pernas começaram a perder as forças, e eu provavelmente teria desabado sobre a cama se ele não estivesse me segurando com um dos braços firmemente ao redor da cintura. Eu nunca tinha sentido verdadeiro prazer numa relação s.exual. E, de repente, aquele homem estava despertando sensações que eu nem sequer sabia que meu corpo era capaz de sentir. Mesmo sendo no meu c.u, tive um novo e incrível o.rgasmo sem sequer encostar a mão na minha b.oceta. Depois, tomamos banho juntos. Quando saímos do banheiro e voltamos para a cama, já estávamos novamente na maior pegação. Beija daqui. Beija dali. Mão nela. Mão nele. E então surgiu dentro de mim um desejo que já não conseguia ignorar. Eu queria aquela p.ica dentro da minha b.oceta. Pelo tempo que Sérgio havia levado comendo minha bundinha - tinham sido vários minutos -, calculei que ele ainda demoraria bastante para sentir vontade de g.ozar novamente. Olhei para ele. - Você jura que g.oza fora se eu deixar na minha b.oceta? - Claro que sim, meu amor... Jamais pensaria em magoar você ou deixar você preocupada! Enquanto falava, Sérgio já estava entrando no meio das minhas pernas. Mal encostou o p.au na minha b.oceta e começou a empurrar. A sensação foi tão intensa que tive a impressão de estar sendo arrombada e de que a ponta daquela p.ica enorme chegaria a qualquer momento na minha garganta. Cada socada que Sérgio dava fazia meu corpo vibrar de prazer. Não demorou para eu sentir meu terceiro o.rgasmo em poucas horas. Eu mal conseguia acreditar. Sérgio continuou socando, cada vez com mais força. Talvez tenham se passado mais cinco minutos quando eu estava novamente gritando e g.ozando feito uma cadela no cio. Quando Sérgio finalmente tirou para g.ozar sobre minha barriga, minha b.oceta estava toda ardida de tanto levar p.irocadas. Eu estava completamente esgotada. Sem forças nem mesmo para levantar da cama. Fiquei deitada tentando recuperar a respiração e olhando para aquele homem de quarenta e três anos, percebendo que alguma coisa havia mudado definitivamente dentro de mim. Eu estava apaixonadíssima por Sérgio. Porém, aos poucos, comecei a cair na realidade. Eu tinha vinte e um anos. Ele tinha quarenta e três. E comecei a acreditar que Sérgio jamais assumiria um compromisso realmente sério comigo por causa dos vinte e dois anos de diferença entre nós, mesmo que Mariza, sua própria filha, aceitasse nosso relacionamento. Continuei com meu namoradinho, que continuava sem conseguir me satisfazer na cama. Ao mesmo tempo, durante um bom período, continuei indo com Sérgio para motéis e vivendo escondida aquela relação intensa que havia começado quase por acaso depois de uma simples visita à casa de Mariza. Mas Sérgio também despertou alguma coisa em mim. Passei a perceber que minha atração não era simplesmente por ele. Eu gostava de homens mais velhos. Gostava dos coroas. Depois dele, acabei me envolvendo s.exualmente com vários homens mais velhos. A menina extremamente protegida pelos pais, tinha descoberto finalmente o que realmente despertava seu desejo.

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Lista de capítulos

36 capítulos no total

  1. Capítulo 1Capítulo 1 Coroas
  2. Capítulo 2Capítulo 2 Coroas 2
  3. Capítulo 3Capítulo 3 Casual

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