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Capítulo 3 Casual
Essa aventura começou dentro de um ônibus lotado em Curitiba, numa daquelas tardes abafadas em que parecia que metade da cidade tinha resolvido voltar para casa ao mesmo tempo. Meu nome é Magali. Tenho vinte e três anos, sou morena clara, tenho cabelos cacheados castanho-escuros que chegam um pouco abaixo dos ombros, 1,62 de altura e um corpo que nunca foi exatamente de academia. Tenho quadris largos, cintura marcada, coxas grossas e peitos pequenos. Sempre gostei do meu corpo daquele jeito, principalmente porque descobri cedo que sabia muito bem como usá-lo quando queria chamar atenção. Cá pra nós, eu nunca fui uma mulher romântica, dessas que sonham com namoro sério, jantar à luz de velas, andar de mãos dadas, receber flores e ficar mandando mensagem de bom-dia todos os dias. Isso nunca combinou muito comigo. Gosto de encontros casuais, sem grandes compromissos e, principalmente, sem cobranças. Talvez porque não tenha muito tempo ou paciência para me dedicar a um relacionamento agora. Estou completamente envolvida com a faculdade e o trabalho. Minha rotina é uma loucura. Saio cedo, trabalho durante boa parte do dia e vou direto para a faculdade no fim da tarde. Quando chego em casa, normalmente só quero tomar banho, comer alguma coisa e dormir. Mas, claro, de vez em quando bate aquela vontade de f.oder... E quando bate, bate com força. Nessas horas, recorro à minha agenda de contatinhos ou simplesmente arrumo uma p.ica por aí para sentar e matar minha vontade. Nunca fiz questão de transformar s.exo em romance. Para mim, desejo podia ser apenas desejo. E naquele dia, em especial, o t.esão estava a mil! Não sei explicar o motivo. Talvez fossem os vários dias sem ficar com ninguém, talvez fosse simplesmente meu corpo enlouquecendo. Parecia que minha b.uceta pegava fogo. Desde que acordei, estava inquieta, sensível, pensando em s.exo e louca para dar uma. O problema era que nenhum dos meus ficantes estava disponível para sair comigo. Um estava trabalhando. Outro viajando. O terceiro visualizou minha mensagem e respondeu quase uma hora depois dizendo que tinha compromisso. Que ódio. Antes de sair para a faculdade, já sem conseguir me concentrar direito, peguei um v.ibrador em formato de p.au que guardava para grandes emergências. E aquela definitivamente era uma emergência. Coloquei um pouco de lubrificante na ponta, puxei minha calcinha para o lado e meti sem dó na minha b.uceta inchada de t.esão. Fechei os olhos e comecei a movimentá-lo, tentando aliviar aquela vontade que parecia não passar. Depois meti um pouquinho no c.u. Eu adoro s.exo a.nal e adoro me m.asturbar por trás. Sempre gostei daquela sensação diferente e mais intensa, então fiquei algum tempo brincando comigo mesma até sentir meu corpo inteiro estremecer. Logo g.ozei. Por alguns segundos, achei que finalmente estaria satisfeita. Que nada. Tomei um banho, coloquei um vestidinho leve porque estava fazendo muito calor e saí apressada. Escolhi um vestido soltinho, estampado, acima dos joelhos, perfeito para enfrentar aquela tarde abafada. Na pressa, até esqueci de colocar uma calcinha... Só percebi quando já estava longe de casa. Pensei em voltar. Desisti. Mesmo tendo batido uma p.unheta antes de sair, continuava com muito t.esão. Resolvi que depois da faculdade iria direto para casa e passaria a noite sovando meu v.ibrador até finalmente cansar. Peguei o ônibus lotado. Era daqueles ônibus grandes que atravessavam boa parte da cidade, passando por vários bairros antes de chegar perto da região onde ficava minha faculdade. Quando subi e vi aquela quantidade absurda de gente espremida, até fiquei feliz. Porque, se estava lotado, a probabilidade de acabar me roçando num p.auzudo durante o caminho era grande. Só de pensar, já sorri sozinha. Até a faculdade havia um longo trajeto, com várias paradas e ainda uma passagem por um terminal, então eu teria bastante tempo para "caçar" à vontade. Consegui ficar em pé perto do fundo do ônibus, segurando uma das barras superiores enquanto as pessoas continuavam entrando. Foi então que alguém encostou na minha bunda. A princípio, achei que fosse simplesmente por causa da lotação. O ônibus estava abarrotado. Mas senti novamente. Dessa vez, de propósito. Olhei disfarçadamente para trás e vi um homem sorrindo maliciosamente para mim. Era bem diferente dos homens que eu normalmente escolhia. Mais velho. Depois descobriria que seu nome era Jorge e que tinha trinta e nove anos. Jorge tinha aproximadamente 1,85 de altura, pele clara levemente bronzeada, cabelos castanho-escuros cortados bem curtos e barba cheia muito bem aparada. Era largo de ombros, tinha braços fortes aparecendo sob as mangas dobradas de uma camisa social azul-clara e aquele jeito de homem sério que contrastava completamente com o sorriso safado que estava me dando. Não parecia um moleque procurando aventura. Parecia um homem. E aquilo imediatamente chamou minha atenção. Sorri de volta. Depois virei o rosto para frente, como se absolutamente nada tivesse acontecido. Enquanto isso, a cada parada, o ônibus parecia ficar ainda mais cheio. Em determinado momento, senti uma mão na minha bunda. Dessa vez não havia dúvida. A mão foi descendo e pegando na minha coxa. Meu coração acelerou. Eu só ficava pensando no que deveria fazer, mas não fazia nada. Por incrível que pareça e por mais errado que pudesse ser, aquela situação proibida acendeu ainda mais meu t.esão. Então a mão daquele estranho começou a subir lentamente, só que dessa vez entrando por baixo do meu vestido. A ponta dos dedos parecia pesquisar minha pele de um jeito lento e excitante. Prendi a respiração. Àquela altura, o p.au dele já estava muito duro. Eu conseguia sentir perfeitamente através da roupa. Ele encostava forte em mim sempre que o ônibus freava, arrancava novamente ou fazia alguma curva. De vez em quando, eu olhava para os lados para conferir se alguém estava percebendo tudo aquilo. Ninguém parecia notar nada. Havia gente olhando o celular, pessoas conversando, outras usando fones de ouvido e algumas simplesmente tentando se equilibrar naquele ônibus lotado. Olhei para Jorge novamente. Nossos olhos se encontraram. Não precisamos dizer nada. Aceitamos aquele jogo silencioso. Virei a cabeça novamente para frente e ele se concentrou na minha bunda. Apertava com força. Eu sentia as mãos dele afundando na minha bunda com vontade. Lentamente, abri um pouco mais as pernas para ele. Foi quando senti um suspiro forte perto do meu ouvido. - Assim você vai me matar de t.esão, garota! - ele murmurou. A voz grave dele me provocou um arrepio. Aquele estranho começou a deslizar sua mão pelo meio das minhas pernas até chegar à minha b.ucetinha totalmente encharcada. Empinei discretamente a bunda para facilitar. A mão dele estava quente. Jorge enfiou a ponta de um dedo e ficou girando dentro de mim. Aquilo me fez gemer baixinho. Precisei morder os lábios para controlar qualquer reação mais evidente. Então ele tirou a mão e me segurou pela cintura. Para qualquer pessoa que olhasse rapidamente, provavelmente parecíamos namorados voltando juntos para casa. Jorge me puxou com força, encostando minha bunda no p.au dele. Dava para sentir que o cara tinha um p.au bem grosso. Lógico que já fiquei louca para dar meu rabinho para ele. Comecei a me insinuar cada vez mais. Aproveitava cada movimento do ônibus para esfregar meu corpo contra o dele. Jorge aproximou a boca do meu ouvido e perguntou se poderíamos continuar aquilo em outro lugar. Eu disse que sim. Trocamos um beijo rápido ali mesmo e continuamos nos esfregando durante o balanço do ônibus. De repente, ele parou. Por um instante, achei que tivesse g.ozado dentro da calça. Mas, segundos depois, senti algo muito quente e duro passando entre minhas pernas. Fiquei sem acreditar que ele tinha tido coragem de colocar o p.au para fora no meio daquele ônibus lotado. Discretamente, coloquei a mão nele e apertei. Nossa! O cara era realmente bem-dotado. Eu quase morri de t.esão só de imaginar aquela r.ola gigante dentro de mim. Aproximei o rosto dele e sussurrei: - Vamos descer no terminal? Jorge respondeu imediatamente que sim e colocou aquele p.au delicioso para dentro da calça novamente. Antes, meteu os dedos na minha b.uceta melada e enfiou tudo. Uma mulher que estava próxima percebeu alguma movimentação estranha e olhou para nós com uma expressão de reprovação. Desviei o olhar. Sinceramente, eu estava pegando fogo. Sentia meu mel escorrer pelas pernas. E Jorge estava perfeitamente ciente disso. Pouco depois, o ônibus entrou no terminal e descemos juntos. O lugar estava cheio, com pessoas correndo de uma plataforma para outra. - Para onde a gente vai? - perguntei. Ele simplesmente respondeu: - Me segue. E eu segui. Sem qualquer apresentação formal. Sem sobrenome. Sem telefone. Sem saber praticamente nada sobre aquele homem. Saímos do terminal, atravessamos algumas ruas e entramos num hotel simples que alugava quartos por períodos curtos e ficava escondido numa rua lateral, longe da movimentação principal. Jorge mal conseguia manter as mãos longe de mim. E eu também não fazia esforço nenhum para manter as minhas longe dele. Assim que entramos no quarto, ele levantou meu vestido, abriu bem minha bunda e começou a me lamber. Minha b.uceta estava descoberta, completamente encharcada e aberta. Senti aquela língua me devorar. Jorge parecia um animal faminto, louco por b.uceta. Me colocou de quatro na cama, ajoelhou-se atrás de mim e ficou um tempão ch.upando meu g.relinho e a portinha do meu c.uzinho. Eu agarrava os lençóis e me contorcia, sentindo todo aquele t.esão acumulado finalmente encontrando uma maneira de sair. Então Jorge baixou a calça e colocou a r.ola para fora. Ali, naquele quarto simples, com iluminação fraca, finalmente consegui enxergar direito o que tinha tocado dentro do ônibus. Parecia um ator p.ornô. Abri a boca e tentei abocanhar o máximo que conseguia. Difícil engolir r.ola grossa. Jorge segurou meus cabelos e começou a f.oder minha boca. Engasguei muitas vezes. Cuspia no p.au para facilitar, batia p.unheta com as duas mãos e ch.upava feito louca. Ele urrava de prazer! Até que Jorge posicionou o p.au na entradinha do meu c.u. Como eu amo s.exo a.nal, adorei imediatamente a ideia. Abri bem minhas nádegas e disse que ele poderia ficar o tempo que quisesse. Senti a cabeça entrar. Na mesma hora, coloquei a mão na boca para controlar o gemido. O p.au dele começou a entrar mais fundo no meu c.u até entrar completamente. Ficamos parados durante alguns segundos. Eu precisava relaxar e me acostumar com o tamanho dele. Quando consegui, comecei a rebolar loucamente. Minha bunda encostava no corpo dele de tão fundo que aquele p.au entrava. O p.au era reto, grande, grosso e tinha as veias bem saltadas. Nunca tinha visto uma coisa tão linda e gostosa. Jorge me segurou pela cintura e colocou tudo, até as bolas. Ele me f.odeu bastante naquela posição. Meu c.u estava ganhando r.ola violentamente. Depois, Jorge sentou na cama e pediu para eu cavalgar nele. Fiquei de frente para aquele homem que eu sequer conhecia uma hora antes e sentei sem dó. Meu c.u já estava todo aberto mesmo. Joguei a cabeça para trás, fechei os olhos e aproveitei até o último centímetro dentro de mim. Nunca tinha me sentido tão p.uta, tão devassa quanto naquele dia. Não conversamos praticamente nada. Naquele quarto, só se ouviam gemidos, p.utaria e os sons do s.exo. Minha b.uceta estava escorrendo t.esão por todos os poros. Eu já estava ficando louca, quase g.ozando, quando senti aquela p.orra quente jorrando dentro de mim. Foi uma sensação muito gostosa. Sentei até o talo e fiquei olhando o rosto de Jorge se contorcendo de prazer. Mas eu ainda não tinha g.ozado. Ele tentou recuperar o fôlego antes de perguntar: - Gostou dessa r.ola? Sorri. - Adorei! Quando é que eu vou vê-la de novo? Foi naquele momento que finalmente descobri um pouco mais sobre aquele estranho. Jorge começou a se vestir e disse que era casado. Disse também que aquilo tinha sido apenas uma aventura e que não poderíamos nos encontrar novamente. Confesso que fiquei surpresa. Mas também não podia reclamar de compromisso quando eu mesma tinha entrado naquele quarto querendo exatamente uma experiência casual. Não ficamos nem uma hora lá dentro. Ele só comeu meu c.u. Muito bem comido, por sinal. Nos despedimos sem trocar telefone e cada um foi para seu canto. Quando saí do hotel, ainda estava completamente excitada. Entrei no primeiro banheiro que encontrei e sentei na privada para deixar aquela p.orra escorrer. Naquela hora, estava tão excitada com tudo que tinha acontecido que comecei a me m.asturbar bem ali. Não me importei de gemer alto. Minhas pernas tremiam muito. Eu enfiava dois dedos na minha b.uceta enquanto apertava meu peito com a outra mão, lembrando daquele homem de barba bem aparada, daqueles braços fortes e, principalmente, dele comendo minha bunda. G.ozei feito louca. E foi muito gostoso. Quando finalmente cheguei em casa, pensei que estaria satisfeita. Não estava. Ainda me m.asturbei usando meu v.ibrador. Foi surreal. Minha b.uceta ficou inchadinha de tanto eu sovar com aquele p.ênis de silicone. E o mais absurdo era pensar que tudo tinha começado algumas horas antes, quando entrei em um simples ônibus lotado para ir à faculdade. Eu não sabia o sobrenome de Jorge. Não tinha o telefone dele. Não sabia onde ele morava, trabalhava ou se algum dia nossos caminhos voltariam a se cruzar. Sabia apenas seu primeiro nome, sua idade e que era casado. Talvez fosse exatamente isso que tornasse aquela história tão diferente das outras. Jorge entrou na minha vida como um completo desconhecido e saiu dela da mesma maneira. Sem promessas. Sem mensagens no dia seguinte. Sem expectativas. Exatamente como eu sempre gostei. Casual.
Isso é tudo que está disponível no momento.
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